Divórcio pode ser decretado logo no início do processo
O STJ reafirmou que o divórcio depende apenas da vontade de um dos cônjuges e pode ser decretado liminarmente. Guarda, alimentos e partilha seguem em discussão no mesmo processo.
Divórcio →Atuação em divórcio, guarda de filhos, partilha de bens, separação de fato e medidas protetivas, com orientação clara e fundamentada no que o TJPR, o STJ e o CNJ vêm decidindo nos últimos anos.

Quem chega para uma primeira conversa sobre separação costuma trazer as mesmas dúvidas: o outro precisa concordar? Fico com a casa? Como fica a guarda? Nos últimos anos os tribunais responderam muitas delas, e as respostas mudaram a forma de conduzir um divórcio em Curitiba.
O STJ reafirmou que o divórcio depende apenas da vontade de um dos cônjuges e pode ser decretado liminarmente. Guarda, alimentos e partilha seguem em discussão no mesmo processo.
Divórcio →Com a Resolução CNJ 571/2024, é possível desde que guarda, convivência e alimentos já estejam definidos judicialmente. No Paraná, a Corregedoria já admitia desde 2023.
Divórcio →No Tema 1.053, o STF fixou que a separação judicial não é requisito para o divórcio nem subsiste como figura autônoma. Quem já era separado mantém esse estado civil.
Separação de fato →A Lei 14.713/2023 alterou o Código Civil e o CPC: havendo indícios de violência, o juiz deve apurar o risco antes da audiência de conciliação.
Guarda de filhos →No Tema 1.249, o STJ definiu que a medida protetiva não tem prazo fixo e só pode ser revista ouvindo a vítima. Desde a Lei 14.550/2023, ela independe de boletim de ocorrência.
Medidas protetivas →A Lei 15.412/2026 tornou as medidas protetivas de natureza cível, inclusive alimentos, título executivo judicial, sem necessidade de ação principal.
Medidas protetivas →No Tema 1.236, o STF decidiu que a separação obrigatória de bens pode ser afastada por escritura pública, tanto no casamento quanto na união estável.
Partilha de bens →O STJ reafirmou que os depósitos de FGTS feitos durante a comunhão parcial são partilháveis, mesmo que não tenha havido saque imediato após a separação.
Partilha de bens →A divisão de bens no divórcio exige sentença ou escritura pública. O “acordo de gaveta” entre ex-cônjuges não garante a propriedade.
Partilha de bens →Nem toda decisão se aplica a todos os casos. Para entender o que vale para a sua situação, conheça o trabalho de advogado de divórcio em Curitiba do escritório ou fale direto comigo pelo WhatsApp.
Divórcio, filhos, bens e proteção pedem cuidados diferentes. Escolha o assunto que mais se parece com o seu momento e veja como ele costuma ser resolvido.
Consensual ou litigioso, em cartório ou na Justiça. Divórcio liminar, pensão entre ex-cônjuges e retomada do nome.
Saiba mais →Guarda compartilhada, lar de referência, convivência, mudança de cidade, alienação parental e pensão.
Saiba mais →Quando a vida em comum acaba antes do divórcio: efeitos nos bens, nas dívidas, na herança e no imóvel do casal.
Saiba mais →Lei Maria da Penha e família: afastamento do lar, alimentos, guarda, visitas e competência para o divórcio.
Saiba mais →Regimes de bens, imóveis, empresas, FGTS, previdência, bens ocultados e prazos para dividir e cobrar.
Saiba mais →As decisões do TJPR, do STJ e do STF que mais mudaram o divórcio, a guarda e a partilha nos últimos anos, explicadas em linguagem simples.
Consultar →Winderson Jaster e Valderiane Schimicoviaki atuam em conjunto nas demandas de Direito de Família: divórcios consensuais e litigiosos, guarda e convivência, pensão alimentícia, união estável, partilha de bens e casos que envolvem violência doméstica. Winderson atua há 16 anos na advocacia de família em Curitiba, com escritório no Centro Cívico. Saiba mais sobre o escritório de advocacia de família em Curitiba e sobre a atuação como advogado de divórcio em Curitiba.
Cada caso começa por uma análise cuidadosa dos documentos, do patrimônio e da rotina dos filhos. A partir daí, apresentamos os caminhos possíveis: acordo, cartório ou processo judicial, com riscos e prazos realistas, sem promessas de resultado.
Pelo WhatsApp ou e-mail, você relata brevemente a situação e agendamos a reunião.
Reunião presencial no Centro Cívico ou por videoconferência para entender a família, os bens e os documentos.
Explico os caminhos possíveis: acordo, cartório ou via judicial, e o que esperar de cada um.
Condução do caso com retorno objetivo a cada etapa, até a solução definitiva.
Conte brevemente o que está acontecendo. O retorno é feito pelos próprios advogados, com total sigilo.
Winderson Jaster (OAB/PR 57.388) e Valderiane Schimicoviaki.
Advogado de Família em Curitiba, Dr. Winderson Jaster · Advogado de Divórcio em Curitiba
