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Direito de Família · Curitiba/PR

Advogados de Divórcio em Curitiba

Atuação em divórcio, guarda de filhos, partilha de bens, separação de fato e medidas protetivas — com orientação clara e fundamentada no que o TJPR, o STJ e o CNJ vêm decidindo nos últimos anos.

Winderson Jaster · OAB/PR 57.388 Valderiane Schimicoviaki · Advogada Atendimento presencial e on-line Centro Cívico · Curitiba
Advogados Winderson Jaster e Valderiane Schimicoviaki, advocacia de família em Curitiba
Winderson JasterValderiane Schimicoviaki
Principais apontamentos

O que mudou no Direito de Família entre 2023 e 2026

Um resumo das decisões e normas mais relevantes para quem está se separando em Curitiba. Cada ponto é aprofundado na página do tema, com a referência completa do julgado.

STJ2025

Divórcio pode ser decretado logo no início do processo

O STJ reafirmou que o divórcio depende apenas da vontade de um dos cônjuges e pode ser decretado liminarmente. Guarda, alimentos e partilha seguem em discussão no mesmo processo.

Divórcio →
CNJ2024

Divórcio em cartório também para quem tem filhos menores

Com a Resolução CNJ 571/2024, é possível desde que guarda, convivência e alimentos já estejam definidos judicialmente. No Paraná, a Corregedoria já admitia desde 2023.

Divórcio →
STF2023

Separação judicial deixou de ser etapa do divórcio

No Tema 1.053, o STF fixou que a separação judicial não é requisito para o divórcio nem subsiste como figura autônoma. Quem já era separado mantém esse estado civil.

Separação de fato →
Lei2023

Risco de violência doméstica afasta a guarda compartilhada

A Lei 14.713/2023 alterou o Código Civil e o CPC: havendo indícios de violência, o juiz deve apurar o risco antes da audiência de conciliação.

Guarda de filhos →
STJ2024

Medida protetiva vale enquanto houver risco

No Tema 1.249, o STJ definiu que a medida protetiva não tem prazo fixo e só pode ser revista ouvindo a vítima. Desde a Lei 14.550/2023, ela independe de boletim de ocorrência.

Medidas protetivas →
Lei2026

Alimentos fixados em medida protetiva podem ser cobrados direto

A Lei 15.412/2026 tornou as medidas protetivas de natureza cível — inclusive alimentos — título executivo judicial, sem necessidade de ação principal.

Medidas protetivas →
STF2024

Maiores de 70 anos podem escolher o regime de bens

No Tema 1.236, o STF decidiu que a separação obrigatória de bens pode ser afastada por escritura pública, tanto no casamento quanto na união estável.

Partilha de bens →
STJ2026

FGTS do período do casamento entra na partilha

O STJ reafirmou que os depósitos de FGTS feitos durante a comunhão parcial são partilháveis, mesmo que não tenha havido saque imediato após a separação.

Partilha de bens →
STJ2026

Partilha por contrato particular não transfere bens

A divisão de bens no divórcio exige sentença ou escritura pública. O “acordo de gaveta” entre ex-cônjuges não garante a propriedade.

Partilha de bens →

Veja todos os julgados organizados por tema na página Jurisprudência 2023–2026.

Áreas de atuação

Um guia para cada etapa da separação

Cada tema tem uma página própria, com explicação prática, perguntas frequentes e a jurisprudência atualizada.

Os advogados

Técnica jurídica e atenção a cada família

WJ
Winderson JasterAdvogado · OAB/PR 57.388
VS
Valderiane SchimicoviakiAdvogada

Winderson Jaster e Valderiane Schimicoviaki atuam em conjunto nas demandas de Direito de Família: divórcios consensuais e litigiosos, guarda e convivência, pensão alimentícia, união estável, partilha de bens e casos que envolvem violência doméstica. Winderson soma mais de 15 anos de advocacia.

Cada caso começa por uma análise cuidadosa dos documentos, do patrimônio e da rotina dos filhos. A partir daí, apresentamos os caminhos possíveis — acordo, cartório ou processo judicial — com riscos e prazos realistas, sem promessas de resultado.

Como trabalhamos

  • Atendimento pessoal com os advogados responsáveis pelo caso
  • Sigilo e discrição em todas as etapas
  • Acompanhamento constante da jurisprudência do TJPR e do STJ
  • Preferência por soluções consensuais, sempre que possíveis
  • Atendimento presencial no Centro Cívico ou por videoconferência
Como funciona o atendimento

Do primeiro contato à solução

Primeiro contato

Pelo WhatsApp ou e-mail, você relata brevemente a situação e agendamos a reunião.

Análise do caso

Reunião presencial no Centro Cívico ou por videoconferência para entender a família, os bens e os documentos.

Estratégia

Explico os caminhos possíveis — acordo, cartório ou via judicial — e o que esperar de cada um.

Acompanhamento

Condução do caso com retorno objetivo a cada etapa, até a solução definitiva.

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

Posso me divorciar mesmo que meu cônjuge não concorde?
Sim. O divórcio depende apenas da vontade de um dos cônjuges. O STJ admite que ele seja decretado logo no início do processo (REsp 2.189.143/SP, 2025), enquanto guarda, pensão e partilha continuam sendo discutidas.
Dá para fazer o divórcio em cartório tendo filhos menores?
Sim, desde que guarda, convivência e alimentos já tenham sido definidos judicialmente (Resolução CNJ 571/2024; no Paraná, Provimento 318/2023 da Corregedoria-Geral da Justiça). A escritura exige a participação de advogado.
Se eu sair de casa, perco meus direitos?
Sair de casa, por si só, não faz perder a meação nem a guarda. Mas o afastamento prolongado e sem notícias pode ter efeitos, como a usucapião familiar (art. 1.240-A do Código Civil) sobre imóvel de até 250 m². O ideal é documentar a data da saída e organizar desde logo a situação dos filhos e dos bens.
O que é separação de fato e por que a data importa?
É o fim da vida em comum, mesmo sem processo. Para o STJ, a separação de fato encerra o regime de bens: o que for adquirido depois, em regra, não se divide. Desde 2024, é possível declarar a separação de fato por escritura pública (Resolução CNJ 571/2024).
A guarda compartilhada é obrigatória?
É a regra, inclusive com pais em cidades diferentes. Deixa de ser aplicada quando um dos pais declara que não deseja a guarda, quando há risco de violência doméstica (Lei 14.713/2023) ou quando contraria o interesse da criança.
Medida protetiva tem prazo?
Não. Segundo o STJ (Tema 1.249), ela vale enquanto persistir o risco, e sua revisão depende de pedido e da oitiva prévia da vítima.
Quanto tempo leva um divórcio?
Depende do caminho. Um divórcio consensual em cartório pode ser concluído em poucas semanas; um processo litigioso com disputa de bens ou de guarda pode levar meses ou anos. Na primeira reunião apresento uma estimativa realista para o seu caso.
Como são definidos os honorários?
Os honorários são definidos após a análise do caso, em contrato escrito, observando a Tabela de Honorários da OAB/PR. Custas judiciais e emolumentos de cartório variam conforme a via escolhida.
Contato

Fale com os advogados

Conte brevemente o que está acontecendo. O retorno é feito pelos próprios advogados, com total sigilo.

As informações deste site têm caráter exclusivamente informativo, em conformidade com o Provimento 205/2021 do Conselho Federal da OAB, e não substituem a análise individual do caso por um advogado. Winderson Jaster (OAB/PR 57.388) e Valderiane Schimicoviaki. Jurisprudência revisada em setembro de 2026.